Tássia escreve a cada 15 dias, sempre nas sextas-feiras.
Leitura obrigatória, mas prazerosa

Agende no seu Evernote, no calendário do Outlook ou cole post-its. A partir de hoje, quinzenalmente, às sextas-feiras, você tem uma leitura obrigatória, mas prometo que vai ser prazerosa. Para descontrair, mas sem perder o nosso foco, vou falar sobre nós, mulheres que trabalham duro e, mesmo assim, não se cansam. Escolhas e rumos profissionais, histórias engraçadas, constrangedoras ou ruins que podem acontecer no dia a dia de trabalho, pré-conceitos e preconceitos relacionados a mulheres e carreira, e dilemas de mães-esposas-mulheres de negócios são alguns dos temas.

E quem vos fala sou eu, jornalista, escritora em formação, apaixonada por livros, revistas e pela minha profissão. Já trabalhei em mais de dez lugares e ainda não cheguei aos 30 anos. Não sei se isso é bom ou ruim do ponto de vista alheio, mas, a meu ver, é ótimo. Afinal, desde os meus 17 anos trabalho na área que escolhi - o que já me dá dez anos de experiência - e ainda não me arrependi. Durante esses anos incríveis, atuei como jornalista em distintas áreas: política, cultura, moda, engenharia, agricultura, arquitetura, eventos, esportes, turismo, publicidade, redes sociais e, agora, endomarketing. Se eu não fosse jornalista e metida à escritora, provavelmente seria psicóloga ou filósofa, pois observo e estudo muito as pessoas, e gosto de conviver com esses seres tão peculiares, iguais e diferentes. É deles que vêm minha inspiração para escrever.

Afora meu currículo profissional, segue meu CV confessional, afinal, seremos íntimas. Pois bem, sou uma jornalista que não é fã de café preto; tomo energético mesmo. Falando nisso, gosto muito de me exercitar, tanto quanto de estudar. Amo bala de coco e leite com Toddy (afinal, a gente malha para poder comer, né?). Sou tão doce que minha cerveja favorita é Malzebier. Quanto ao meu lado mulherzinha, sou a louca das promoções, mas tenho pavor de gente materialista. Sou vaidosa, mas não gosto de rosa e sem salto alto sou mais feliz. Amo cabelos compridos, mas cortei os meus bem curtos. Sou do contra também, tanto que adoro uma polêmica, mas detesto brigas. E quanto às minhas estranhezas - porque até aí está tudo bem normal - eu não gosto de ver TV, não escuto quase música e caminho pela rua lendo (sem nunca tropeçar ou ser atropelada – continuem rezando por mim). Sou estranhamente normal, assim como vocês. E da mesma forma que tento evoluir como pessoa, estou sempre buscando ser uma profissional melhor. Estamos, certo? Se sim, tenho certeza que vamos nos dar bem por aqui.

Enfim, essa sou eu. E desse meu jeito, prometo falar sobre o mundo feminino sem mimimi. Por meio de crônicas e contos com grandes doses de realidade e uns bons goles de humor, abordaremos carreira, rotina e questionamentos sobre o extenso mundo feminino de supermulheres. Bons drinks para nós!