Cris escreve todas as sextas-feiras.
A escolha é tua, mata no peito

 

Volta e meia a vida nos apresenta alguns impasses. Dependendo da situação podemos nos deparar com uma parede acinzentada ou com um horizonte todinho pela frente.

Se partimos do pressuposto de que criamos essas realidades em nossa mente, pode até parecer fácil transformar essa parede em uma linda janela. Mas o fato, é que as coisas não funcionam bem assim. Pelo menos não com a maioria de nós, simples mortais.

Nossa mente é um universo cheio daquilo que experneciamos ao longo da vida. Atrevo-me a dizer, dessa e das outras que colecionamos e por ventura não recordamos na consciência.

E esse universo, carrega os mais variados sentimentos e emoções. Nossos medos, os boicotes, as frustrações, as expectativas, os desafetos, os afetos. Coragem, erros, acertos, acolhidas, desprezo, ódio, amor. Tudo junto e misturado que ao contato com qualquer faísca pode transformar-se em fúria ou êxito.

A dificuldade assim como a simplicidade é escolha só nossa. O porém é a forma como administramos todas essas bagagens. Se lidamos com isso positivamente ou se vamos amargurando as situações que, para nós, parecem complicadas de digerir.

O fato é que a bola sempre vai bater no peito e está com a gente fazer o gol ou chutar pra fora. Lembrando que aprendizado nunca se perde, é bola na rede. O que muda aqui, é a maneira como elaboramos cada uma dessas questões.

Essas avaliações nos trazem o privilégio de mudar aquilo que não nos agrada. Sem mágoas, sem remoer o que não gostamos, inclusive sem dar tanta importância para o que parte do outro. Afinal, temos o poder de decidir como receber e se devemos devolver ou não ao outro suas intenções.

O mundo inteiro habita em nós. Com todas essas realidades mentais. Cabe a nós dar os passos rumo a nossa própria transformação, só assim conseguiremos fazer deste mundo, um lugar melhor para se viver. Tudo começa com a gente e da gente parte para o todo. Nunca esqueçamos dessa verdade. Ela é única e contra ela, não há argumentos.

E aí, já escolheu em qual cenário você quer viver hoje?